Indústria de transformação da região Sul encerra o primeiro semestre em queda

A produção da indústria de transformação catarinense caiu 15% no primeiro semestre deste ano, o quarto pior desempenho. Entre os estados da Região Sul, a indústria do Paraná registrou a menor queda: -8,6% no período. Já o Rio Grande do Sul, acumulou taxa negativa de 15,8%.


Santa Catarina


Os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE, mostram que a produção da indústria de transformação catarinense recuou 15% até junho, a quarta maior queda entre os estados avaliados.


A queda de 12,6% ocorrida em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado, influenciou o resultado negativo do ano.


Entre as atividades da indústria, somente a produção de alimentos cresceu no ano (2,3%). A produção de veículos teve a maior queda (-34,8%), seguida da metalurgia (-33,4%) e confecção (-30,8%).


Considerando a indústria geral, que contempla os resultados da indústria extrativa, a produção cresceu 9,1% frente a maio deste ano, ficando acima da média nacional (8,9%).


Paraná


A indústria de transformação paranaense teve a menor queda da Região Sul do país (-8,6%). Em comparação com junho do ano passado, a produção do setor caiu 6,8%.


Na contramão dos resultados negativos, a indústria geral do estado cresceu 5,2%.


No estado, a queda da fabricação de veículos também foi a mais expressiva no ano (-40,5%), seguida da fabricação de máquinas e equipamentos (-31,3%). Entre as 14 atividades monitoradas, quatro cresceram: fabricação de coque (8,1%), de alimentos (6,3%), de celulose (5,4%) e de produtos de metal (1,9%).


Rio Grande do Sul


Com queda de 15,8% no ano, o estado registrou o pior desempenho na produção industrial da Região Sul. Entre os locais avaliados, o resultado do ano do estado gaúcho se manteve como o terceiro pior do país.


Em comparação com junho de 2019, a indústria gaúcha recuou 12,2%. Já a indústria geral do estado cresceu 12,6% em comparação com maio deste ano, o terceiro melhor resultado.


A queda da fabricação de veículos (-41,2%), de couros (-27,6%) e de móveis (-25,5%) contribuiu para o baixo desempenho no ano. Houve crescimento apenas na produção de celulose e papel (3,2%), de coque (2,9%) e de alimentos (1,1%).



Ilustração por Irene O’Neill (@ireneoneillartist).



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